Fonte: Redação - Foto: Divulgação

A crise gerada pela Covid-19 trouxe impacto para a maioria dos mercados no mundo todo, inclusive o imobiliário, mas corretores de imóveis da Flórida enxergam oportunidades para quem tem imóvel de férias no Estado.


Orlando, cidade mundialmente conhecida pelos parques temáticos e outlets, é também muito procurada por renomados congressos, grandes feiras e workshops mundiais. O mercado imobiliário local estava em constante crescimento até o início da pandemia. Com a retomada da abertura dos parques e comércios na cidade, naturalmente o mercado volta a se movimentar, ainda que em passos vagarosos. E diferente do que muitos pensam, os brasileiros não são os que mais viajam para a cidade do Mickey, nem tampouco os que mais compram e alugam casas por lá.


A corretora de imóveis especializada no mercado da Flórida, Priscila Triska, oferece dicas e orientações para quem já tem um imóvel em Orlando e está com dificuldade em manter os custos da casa em meio à pandemia que se alastrou pelo mundo. “Não existe receita de bolo para investimento, tudo depende da necessidade de cada cliente”, ela afirma.


Confira as dicas da especialista:


Refinanciar ou adiar pagamentos: a corretora garante que se a casa está financiada é possível adiar os pagamentos para o final do financiamento, ou até mesmo refinanciar para diminuir suas parcelas.
Aluguel de longo prazo: é possível cadastrar sua casa em um sistema para aluguel de longo prazo: quatro, seis, oito e até doze meses. “A ideia dessa opção é atender as famílias que estão se mudando na cidade, procurando novos imóveis, lembrando que esse mercado nunca parou”, diz Triska.
Venda: é bem provável que a pessoa comprou um imóvel de férias quando o dólar estava mais baixo do valor atual, e vender hoje é uma possibilidade de dolarizar o investimento. Nesse caso, o proprietário pode solicitar a avaliação do corretor em até 24h.
Permuta com imóveis no Brasil: se a casa estiver quitada e o proprietário quiser “voltar” seu investimento para o Brasil, a prática é legal nos EUA e na cartela de clientes de Priscila Triska há pessoas interessadas na troca.
Mudar o marketing da operação para o mercado local: a corretora tem parceria com administradoras especializadas de casas de férias, e nesse momento ela acredita que o marketing é crucial para o resultado do negócio. “A demanda reprimida já está acontecendo, e o americano é o primeiro que vai viajar para Orlando diante as impossibilidades dos demais países”, explica Triska.

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Celso Wagner Dias
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